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baba vacaro

(por quê) design mix

Sou uma pessoa de múltiplos interesses e o trabalho que fazemos é uma conseqüência desta minha característica. Meu repertório vem de tudo que apreendo daquilo que vivo e conheço, que se transforma na minha intuição. Gosto de aprender uma coisa nova todo dia e me dá muito prazer compartilhar esse conhecimento, que absorvo e retribuo ao mundo a partir daquilo que crio, quer seja um novo produto, a idéia para uma coleção, um texto que escrevo ou uma palestra que dou. Gosto muito das pessoas e me inspira trabalhar em parceria com elas; torno reais os produtos de outros designers com o mesmo empenho que faço os meus. Para oferecer respostas precisas e idéias personalizadas, envolvo-me até o fim com a realidade de cada um de meus clientes. Junte-se a isso o fato de que o universo do design é complexo e intrinsecamente multidisciplinar, e pode-se concluir como é difícil explicar com poucas palavras tudo aquilo que fazemos para cada um de nossos clientes.

Bio

Baba Vacaro (S?úo Paulo, 1966) formou-se em design de produto pela Funda?º?úo Armando ?ülvares Penteado (Faap), em S?úo Paulo, em 1986. Mant?®m um escrit??rio pr??prio em que faz projetos de produtos, presta consultorias e atua em gest?úo estrat?®gica de design. Nessa posi?º?úo, a partir da compreens?úo das necessidades e posicionamento mercadol??gico da empresa, desenvolve um amplo programa de design, que compreende n?úo s?? a cria?º?úo de novos produtos por ela pr??pria, mas tamb?®m o convite a outros designers, o acompanhamento e direcionamento de seus trabalhos e a concep?º?úo dos processos de lan?ºamento dos produtos.

Desde 1999 responde pela dire?º?úo de arte da marca Dominici, atuando tanto no desenvolvimento de produtos nacionais quanto na sele?º?úo de produtos internacionais de ilumina?º?úo. Desde 2004 ?® diretora de cria?º?úo da Dpot, empresa que se distingue pelo investimento em design brasileiro de mobili?írio, orienta?º?úo que ela ajudou a imprimir. E desde 2007 est?í ?á frente do departamento de cria?º?úo da St.James, empresa do segmento de objetos de mesa e presentes em prata. Teve diversos produtos selecionados para pr?¬mios e exposi?º?Áes no Brasil e no exterior, como a Bienal Brasileira de Design, o pr?¬mio design do Museu da Casa Brasileira e o IF design awards na Alemanha.

Baba tem sido palestrante frequente em eventos e semin?írios ligados ?á cultura do design no mercado brasileiro e ?® articulista convidada de revistas especializadas em design e decora?º?úo. (por Adelia Borges, extra?¡do de texto da exposi?º?úo Design Brasileiro Hoje - Fronteiras)

Contato

rua antonio de gouveia giudice, 775

s?úo paulo/sp

brasil

05460-000

+55.11.30215646

+55.11.30226823

eu@babavacaro.com

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    baba vacaro

    (por qu?¬) design mix

    Sou uma pessoa de m??ltiplos interesses e o trabalho que fazemos ?® uma conseq???¬ncia desta minha caracter?¡stica. Meu repert??rio vem de tudo que apreendo daquilo que vivo e conhe?ºo, que se transforma na minha intui?º?úo. Gosto de aprender uma coisa nova todo dia e me d?í muito prazer compartilhar esse conhecimento, que absorvo e retribuo ao mundo a partir daquilo que crio, quer seja um novo produto, a id?®ia para uma cole?º?úo, um texto que escrevo ou uma palestra que dou. Gosto muito das pessoas e me inspira trabalhar em parceria com elas; torno reais os produtos de outros designers com o mesmo empenho que fa?ºo os meus. Para oferecer respostas precisas e id?®ias personalizadas, envolvo-me at?® o fim com a realidade de cada um de meus clientes. Junte-se a isso o fato de que o universo do design ?® complexo e intrinsecamente multidisciplinar, e pode-se concluir como ?® dif?¡cil explicar com poucas palavras tudo aquilo que fazemos para cada um de nossos clientes.

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    escadas

    filosofando com Canclini

    Pe?ºo licen?ºa para utilizar este trecho, do antrop??logo Nestor Garcia Canclini. Ao transpor suas id?®ias para o design, construo uma imagem daquilo que praticamos. Atrav?®s do design circulamos pelas escadas que ligam as mais diversas disciplinas; o design ?® a ferramenta para redesenhar os pavimentos e transform?í-los em vasos comunicantes.

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    imagin?írios dpot

    uma viagem pela cultura brasileira

    17/11/2010. O Mube foi mais uma vez cenografado por Alberto Renault para nossa festa do design brasileiro. Desta vez fomos mais longe. Apresentamos uma s?®rie de pe?ºas ??nicas, experimentos e prot??tipos, na qual pudemos explorar o imagin?írio de cada um dos designers convidados a participar desta instigante cole?º?úo.

    A festa ficou completa com o lan?ºamento da Casa Brasileira, uma serie de 5 epis??dios sobre o jeito brasileiro de morar na vis?úo de alguns dos mais importantes arquitetos e designers brasileiros, cuja produ?º?úo foi uma parceria entre a Dpot e o GNT. O diretor Alberto Renault gentilmente me promoveu a roteirista e juntos fizemos este delicioso projeto, que foi ao ar em Dezembro.

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    casa brasileira

    dpot + gnt

    O diretor Alberto Renault me transformou em roteirista e juntos criamos a serie de document?írios Casa Brasileira. Arquitetos e designers como Irm?úos Campana, Sergio Rodrigues, Bernardes&Jacobsen, Isay Weinfeld e Carlos Motta conversaram conosco sobre suas obras e moradores como Fernanda Torres, Deborah Bloch, Regina Cas?®, Marisa Orth e Zeca Camargo mostraram suas casas e objetos criados por esses nomes fundamentais da arquitetura e do design do Brasil. Fazendas, casas na praia, na serra, na cidade, apartamentos, favelas: o jeito brasileiro de morar numa s?®rie de 5 epis??dios produzidos numa parceria da Dpot e do GNT, que exibiu a s?®rie a partir da segunda semana de Dezembro. Os epis??dios ser?úo reprisados no GNT e na Globosat HD, em diversos hor?írios, em Janeiro.

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    em 2010, nas ondas do r?ídio

    eldorado design

    Desde o dia 09 de Mar?ºo est?í no ar meu boletim Eldorado Design, ?ás ter?ºas e quintas, ?ás 08h00 durante o Jornal Eldorado (AM 700 / FM 92,9) com reprise ?ás 17h00, apenas na FM. ?ë um privil?®gio ser colunista de um ve?¡culo t?úo reconhecido; a meu ver ?® tamb?®m uma conquista para o design. Sou do tempo em que as pessoas n?úo sabiam para qu?¬ servia esse tal de design e hoje ?® uma alegria poder compartilhar alguns temas com um universo t?úo maior de pessoas pelas ondas do r?ídio.

    visite: http://www.territorioeldorado.limao.com.br/podcasts/programa,eldorado-design,217.htm

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    falam de n??s

    private brokers

    A revista Private Brokers / Coelho da Fonseca, publicou recentemente uma grande mat?®ria a meu respeito. Agrade?ºo ?á editora, Ana Paula Orlandi, e ?á jornalista Cec?¡lia Reis, que -al?®m de longas entrevistas comigo- colheram depoimentos de amigos, clientes e tamb?®m de outros jornalistas e contaram, com riqueza de detalhes e de maneira bastante generosa, uma boa parte de minha trajet??ria profissional. A Ad?®lia Borges, M?írcia Lopes, Marc van Riel, Mario Queiroz e Pedro Ariel Santana, agrade?ºo a gentileza dos depoimentos.

    http://www.privatebrokers.com.br/edicoes/artigo.asp?cod=197

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    old fashioned way

    blogs, redes sociais, twitter...

    N?úo estamos l?í. Explico: n?úo estou preparada para tanta velocidade. Mas estou sempre, na medida do poss?¡vel, ao alcance de um e-mail (fique ?á vontade, clique em "contato" como indicado acima pelo simp?ítico lambe-lambe -sim, ainda sou desse tempo). Calma, n?úo vou pedir que mande uma carta. Certamente tenho companheiros nesta minha resist?¬ncia. Pe?ºo licen?ºa para citar um trecho de uma das deliciosas colunas de Lucia Guimar?úes para o jornal O Estado de S?úo Paulo, de Setembro/2009 (sim, ainda leio os jornais em papel todos os dias, ?® um v?¡cio antigo), na qual ela tamb?®m cita um companheiro de resist?¬ncia, John Freeman, autor do livro "A tirania do e-mail".

    Diz Lucia: ""O verdadeiro progresso, lembra Freeman, ?® decidir qual a inova?º?úo que lhe facilita a vida. Ningu?®m contesta a extraordin?íria inova?º?úo permitida pelo e-mail. Como ningu?®m contesta o fato de que a internet derrubou a barreira entre vida profissional e vida pessoal de uma forma que o ??cio, assim como o sono, uma necessidade biol??gica, sofreu o maior assalto desde o s?®culo 19. (...) A velocidade da internet n?úo ?®, por si s??, uma virtude. N??s vivemos no mundo f?¡sico e o mundo f?¡sico tem limita?º?Áes. (...) A vida ?® curta. O ??bvio tornou-se uma advert?¬ncia necess?íria, j?í que o e-mail passou a consumir de maneira insalubre a nossa exist?¬ncia finita. O contexto ?® importante para a vida. O ecossistema virtual n?úo ?® substituto para o conjunto de refer?¬ncias ambientais f?¡sicas que formam a nossa percep?º?úo do mundo e informam as nossas decis?Áes. "Precisamos separar a ideia de progresso da ideia de velocidade", diz Freeman, "e separar a ideia de velocidade da ideia de efici?¬ncia."".

    Obrigada, Lucia, por me fazer sentir uma pessoa, digamos, normal.

    Texto na ?¡ntegra em http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20090907/not_imp430556,0.php

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    gelatina

    mat?®ria e mem??ria

    Este produto ?® resultado de experimentos com o reuso de material descartado (sobras de metacrilato em diversas cores), selecionadas segundo suas propriedades de cor e transpar?¬ncia e aglutinadas em molde, para criar uma nova mat?®ria. A superf?¡cie resultante, de t?úo surpreendente, ?® em si mesma a protagonista. A forma, simples, ?® apenas o ve?¡culo que a conduz. Lan?ºamento Dpot, novembro de 2010. Produzida pela Alle Design.

    Foto: Marcelo Trad

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    ruffle

    dominici

    A pesquisa e a experimenta?º?úo com os elementos, as formas, t?®cnicas e materiais do repert??rio da moda j?í resultaram em diversos produtos, entre eles as lumin?írias Essayage e a recente cole?º?úo Dress to Impress.

    Nesta pe?ºa, a inspira?º?úo surgiu dos tecidos engomados e plissados que compunham as r?¡gidas golas rufo, importantes elementos do vestu?írio no s?®culo XVI. S?¡mbolo de nobreza, o rufo, Ruff, Fraise ou gola Elizabetana foi aqui reduzido ?ás suas pr??prias curvas macias e atraentes. Enquanto a gola-rufo era a austera moldura para um rosto, a lumin?íria Ruffle ?® a moldura para o di?ífano material, que ao ondular-se revela-se um perfeito difusor de luz.

    Foto da lumin?íria Ruffle: Pierre Refalo

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    dress to impress

    dominici

    Dress to impress ?® uma cole?º?úo cuja inspira?º?úo vai al?®m de uma simples aproxima?º?úo entre design e moda. No design, como tamb?®m na arquitetura, ?® vis?¡vel a busca pela liberta?º?úo de certas conven?º?Áes, a quebra de paradigmas, a busca pela desconstru?º?úo que envolve, entre outras quest?Áes, a experimenta?º?úo com novas formas, com t?®cnicas e materiais de outras disciplinas. Se a modelagem de moda se incumbe de vestir s??lidos geom?®tricos (nossos corpos) com elementos de geometria plana, nesta cole?º?úo de lumin?írias a geometria dos god?¬s, balon?¬s, pliss?¬s, franzidos, pregas e outros recursos de repert??rio da moda s?úo transformados de saias em difusores, estruturas semi-r?¡gidas que vestem, abrigam e modelam corpos invis?¡veis de luz.

    Material em formato pdf dispon?¡vel para download.

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    honey&glaze

    dominici

    A cl?íssica forma c??nica das c??pulas tradicionais ?® revisitada em duas lumin?írias de dimens?Áes generosas, ao mesmo tempo simples e cheias de bossa, lan?ºamento Dominici em Maio/2009.

    Criadas a partir dos mesmos moldes, por?®m com materiais de texturas opostas, conseguem um resultado completamente diverso.

    Material em pdf dispon?¡vel para download.

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    st. james

    pequenos luxos cotidianos

    Desde 2008 colaboro com a St.James no papel de diretora de cria?º?úo e desde as primeiras cole?º?Áes propus esse tema. Para mim, pequenos luxos cotidianos s?úo valores como o conforto, o viver bem, os breves momentos em que desfrutamos do conv?¡vio com as pessoas que mais gostamos, o prazer e o bem estar que est?í associado ?ás coisas boas da vida. Para esses momentos procuramos nos cercar daquilo que existe de melhor.

    A mesa ?® um desses luxos. O encontro de pessoas cada vez mais distanciadas pela velocidade do mundo se d?í nos rituais em torno da mesa, e n??s nos alimentamos da energia desse encontro. O prazer da boa mesa vai muito al?®m do que se come ou bebe. ?Ç mesa compartilhamos hist??rias, experi?¬ncias, cultura. Atrav?®s da mesa reiteramos nossas identidades culturais, redescobrimos um sabor da inf?óncia, relembramos um prato preferido, apreciamos as especialidades de quem cozinha. O ato de comer sempre foi caracterizado por rituais, regras que conduzem nosso comportamento, ao mesmo tempo em que nos fazem sentir integrados, congregados. Os produtos usados nesses momentos s?úo impregnados de significados. Nosso ve?¡culo, a prata, tem grande poder simb??lico. ?ë um material com ciclo vital maior que muitos outros e faz ponte entre o passado - a tradi?º?úo, a hist??ria- e o futuro, pela durabilidade intr?¡nseca do material e o desenho atemporal dos produtos.

    Este ?® um pensamento bastante radical na veloz sociedade de consumo de hoje, na qual a maior parte dos produtos s?úo criados para durarem pouco. Bem ao contr?írio, nosso produto d?í a quem o usa o direito de pensar que ele durar?í para sempre.

    Foto da baixela Seixos: Marcelo Trad

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    elementos

    cole?º?úo para Avanti

    Nossa primeira experi?¬ncia na cria?º?úo de uma cole?º?úo de tapetes foi inteiramente baseada no vocabul?írio pl?ístico da arquitetura moderna brasileira, em especial aquela conhecida como "escola carioca", de geometria suave e que introduzia em seu repert??rio elementos tradicionais da arquitetura brasileira. Nestes tapetes, geometria, cores e formas partem desses elementos arquitet??nicos (treli?ºas, pain?®is de azulejos, cobog??s, gradis e brises) marcados em nossa mem??ria pelo trabalho de arquitetos, paisagistas e artistas como Oscar Niemeyer, Athos Bulc?úo, Burle Marx e Portinari e transformam-se em tramas a um s?? tempo singelas e marcantes.

    Foto: Cac?í Bratke

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    pantheon

    filosofando mais uma vez

    Essa frase de Proust traduz perfeitamente o que penso toda vez que tenho a oportunidade de rever essa constru?º?úo incr?¡vel. Cada visita ?® um aprendizado.

    (O Pantheon de Agripa foi constru?¡do em 27 a.C, e reconstru?¡do como o original, em 125, pelo Imperador Adriano).

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    cole?º?Áes dpot

    talento brasileiro

    Sempre me acompanhou o desejo de ver uma cole?º?úo representativa da hist??ria do m??vel brasileiro fora dos museus. Em 2004, quando fui convidada para dire?º?úo de cria?º?úo da marca, tive certeza de que era a hora de tornar realidade esse antigo desejo. Desde ent?úo, tenho procurado estimular os designers e o mercado a valorizar o bom design brasileiro, em suas diversas manifesta?º?Áes. Para cada cole?º?úo proponho um recorte, quer seja hist??rico, por processo ou por tipologia, sempre na busca de uma express?úo da singularidade cultural brasileira atrav?®s do design de mobili?írio.

    Foto da cenografia criada por Alberto Renault para o evento de lan?ºamento da cole?º?úo Dpot 2007.

    Todos os cases dispon?¡veis para download em formato pdf.

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    avanti

    5a esta?º?úo

    Durante dois anos colaborei com a marca Avanti como uma esp?®cie de curadora. Em 2008 a marca inaugurou um novo espa?ºo em seu show room da Gabriel Monteiro da Silva, em que propusemos intensificar a rela?º?úo e as possibilidades de intera?º?úo entre o consumidor e os produtos da marca. Muito mais que apenas ver, a id?®ia do espa?ºo era que todos se sentissem livres para tocar, experimentar, sentir os produtos.

    Para elaborar uma cenografia especial, convidamos o cen??grafo e designer Jos?® Marton. A partir da cole?º?úo "Natureza Urbana", a instala?º?úo criada por ele emulava as quatro esta?º?Áes do ano, que suavemente se sucediam atrav?®s do percurso, criando a 5a esta?º?úo, que ampliava a experi?¬ncia vivenciada no conjunto, estimulando as sensa?º?Áes proporcionadas pela sobreposi?º?úo das diversas nuances de textura e cor dos produtos.

    Na foto de Cac?í Bratke, detalhe do "outono" de Marton, com minha poltrona Manac?í (2007) revestida especialmente para o evento.

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